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Por que falar sobre a morte?
É certo que a morte entra na categoria de “temas delicados”, e, quando precisamos abordar o assunto, seja pela morte de um ente querido, doenças terminais em nós ou outrem, experiências de quase morte, envelhecimento, fins de ciclos ou quaisquer outros temas em que nos deparamos com a finitude, mergulhamos em muitos sentimentos de difícil digestão, bem como as 5 fases do luto já muito conhecidas: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Entretanto, mesmo rodeada de se
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6 de jul.2 min de leitura


Para quem gosta de escrever: desafios de escrita
Escrever pode ser uma forma de desacelerar o fluxo acelerado dos pensamentos e criar um espaço de encontro consigo mesmo. Ao transformar experiências, emoções e dúvidas em palavras, é possível organizar vivências que antes pareciam confusas, reconhecer necessidades e dar novos significados ao que foi vivido. A escrita terapêutica não tem como objetivo produzir um texto bonito ou tecnicamente correto, mas favorecer a expressão autêntica e a reflexão, podendo ser uma ferramenta
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Bipolaridade
Cena de Lexi em "Modern Love" Em “Uma Mente Inquieta”, a psicóloga e pesquisadora Kay Redfield Jamison oferece um relato autobiográfico bastante único por unir dois lugares de fala: o da cientista e o da paciente. Diagnosticada com transtorno bipolar, ela descreve com sensibilidade como a mania pode inicialmente ser vivenciada como uma experiência fascinante, em que os pensamentos parecem brilhantes, a confiança se torna ilimitada e a vida ganha uma intensidade incomum. No e
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Ansiedade
Por mais desprazerosa que possa ser, a ansiedade faz parte da experiência humana. Ela é uma resposta natural do organismo diante de situações percebidas como desafiadoras, nos preparando para agir, antecipar riscos e lidar com possíveis ameaças. Em níveis adequados, ela é adaptativa e desempenha um papel importante para a sobrevivência, porém quando essa resposta passa a ser intensa, frequente ou desproporcional ao contexto, gerando sofrimento e interferindo na vida cotidiana
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Depressão
“Não teria feito a menor diferença se ela tivesse me dado uma passagem para a Europa ou um cruzeiro ao redor do mundo, porque onde quer que eu estivesse (...) estaria sempre sob a mesma redoma de vidro, sendo lentamente cozida em meu próprio ar viciado.” Nessa densa frase de “A Redoma da Vidro”, Sylvia Plath descreve sensações comumente compartilhadas em estados depressivos: isolamento, estagnação, desesperança, sufocamento, tempo arrastado e incapacidade de renovar sua própr
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Sobre o processo psicoterapêutico
O processo terapêutico costuma ser cercado por um imaginário popular de que o psicólogo possui uma espécie de “dom” ou capacidade de enxergar verdades ocultas sobre a vida das pessoas. Essa visão distante da realidade transforma a psicologia em um mistério, como se o terapeuta fosse um mago capaz de interpretar tudo o que o cliente diz e, ao final da sessão, entregar respostas prontas. Achamos importante desmistificar essa figura quase que mágica: na prática, a psicoterapia
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4 de jul.2 min de leitura
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